Drops: BedFellows – Drew Daywalt

Segue um curta de Drew Daywalt, feito para uma série de curtas de terror que circularam pelo Youtube. Vejam e se coloquem no lugar da personagem. Que bela situação, eim?

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Um Conto Chinês

Um dos últimos filmes que vi no cinema foi Um Conto Chinês. E adorei!

Um Conto Chinês é uma comédia dramática do argentino de Sebastián Borensztein (mesmo diretor de A Sorte Está Lançada). E é mais uma produção, vinda dos nosso vizinhos, que surpreende. Depois de ter visto O Segredo dos Seus Olhos, e achado incrível o enredo, a história, o conteúdo, em si; além de atuações ótimas, Um Conto Chinês acabou me pegando de surpresa.

Juro que quando o filme foi sugerido para ser visto no cinema não dei o menor valor, e achei que iria ser um filminho mediano para um fim de tarde. Ledo engano. Logo de início a produção de Sebastián Borensztein mostrou a que veio. Com um humor diferente do óbvio a que estamos acontumados Um Conto Chinês, é muito bom, de uma simplicidade incrível, mas com o roteiro extremamente envolvente e inteligente, que foge do “lugar-comum” que estamos acostumados, com uma história absurda e insólita. Muito divertido, com tiradas peculiares e momentos em que não se sabe se ri ou se chora.

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Drops: Ken Russell

O cineasta britânico Ken Russell faleceu ontem, domingo, 27 de Novembro, aos 84 anos. Entre seus filmes estão Mulheres Apaixonadas (Women in Love – 1969), que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Diretor em 1970; Os Diabos (The Devils – 1971) e o clássico Tommy (1975), musical baseado na “ópera rock” do The Who, lançada em 1969.

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Drops: 6 cenas de Lynch

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Aproveitando o post de Eraserhead, resolvi fazer uma coletânea de uma das cenas mais características do tal “universo lynchiano”, presente em quase todos os projetos do diretor. A cena consiste em um personagem específico tocando alguma música para um tipo de platéia (visível ou não). Notem que o personagem cantor sempre parece deslocado do resto, quase como um ser superior. Continuar lendo “Drops: 6 cenas de Lynch”

Eraserhead

David Lynch é o cara. Se Romário trabalhasse no cinema, concordaria com esta afirmação. O sujeito é responsável por um cinema tão refinado que fica difícil achar defeitos. Fotografia, enquadramento, trilha, roteiro, enredo, desenvolvimento de personagem, cenário, tudo é feito com muita paciência e muita perfeição. Analisando a sua filmografia, podemos perceber a trajetória quase impecável de David Lynch, passando por biografias como Homem Elefante (1980) e Uma História Real (1999), suspenses como Veludo Azul (1986), além de filmes misturando realismo e onirismo em um desenvolvimento não-linear, como Cidade dos Sonhos (2001) e Lost Highways (1997).

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Queen, Freedy Mercury e Cinema

Sim, isso é um blog sobre cinema. E sim, vamos falar de Freddy Mercury, por alguns bons motivos.

Freddy Mercury, vocalista e líder da banda (embora ele não gostasse do título de líder), junto com Braian May na guitarra, Roger Taylor na bateria, e John Deacon no baixo, formavam o Queen, uma banda britânica de rock. Com início em 1971, a banda durou até 1991, quando a voz da banda faleceu, vítima da AIDS.

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Drops: The Ultimate Hitch CookBook

Passeando pelo site da Monet, encontrei essa matéria e achei GENIAL. O vídeo foi um trabalho de faculdade feito por Felix Meyer, Pascal Monaco, e Torsten Strer, formandos da University of Applied Sciences and Arts em Hanover, Alemanha.

Através de um design em movimento impecável, os três analisaram, e destrincharam a obra de Alfred Hitchcock, de uma forma única e muito criativa. Em forma de livro de receitas.

Para conferir o resultado, é só olhar o vídeo abaixo, e se deliciar; literalmente! Aproveite e veja quantos filmes você consegue identificar no vídeo (que está também no Vimeo através do link:The Ultimate Hitch Cookbook).

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Um Olhar do Paraíso

Um Olhar do Paraíso (The Lovely Bones), filme de Peter Jackson, é adaptado do livro Uma Vida Interrompida de Alice Sabold. A história se passa em 1973, e conta a história de Susan Salmon (Saoirse Ronan – Cidade das Sombras), uma menina que, quando voltava da escola, foi persuadida por um vizinho, George Harvey (Stanley Tucci – O Diabo Veste Prada; O Terminal) a conhecer um abrigo que ele havia construído, e acabou sendo assassinada brutalmente por ele. O desenrolar do filme mostra Susan, entre céu e terra, tentando se comunicar de uma forma única e sensitiva, com seu pai (Mark Wahlberg – Max Payne; Os Infiltrados) e irmãos; e ao mesmo tendo que aceitar e lidar com o fato de estar morta, saber quem a matou e não conseguir contar para sua família. A polícia investiga o crime, mas mesmo falando com o suspeito não o considera um. Com o tempo, Lindsey (Rose McIver – O Piano), irmã de Susan, passa a desconfiar do vizinho; assim como Jack. Susan apenas assiste ao que está acontecendo desta outra dimensão que se encontra, tendo que lidar com diversos sentimentos como raiva, ódio, vingança, tristeza, e a vontade de ajudar sua família.

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Session 9

Session 9 (Nona Sessão, 2001) é o filme de terror/thriller mais subestimado dos últimos  tempos. De fato, o filme passou tão em branco ao público em geral, que até encontrá-lo em DVD se torna uma tarefa árdua. Talvez por ser um TV-movie*, o investimento na divulgação tenha sido limitado, assim como, talvez, a produção em DVD em baixa escala.

Ao que me consta, não houve nem comercialização no mercado brasileiro. Só se encontram cópias estrangeiras e/ou usadas. Uma pequena raridade, podemos afirmar.

Este é o quarto filme da carreira de Brad Anderson, que também dirigiu O Operário (The Machinist, 2004) e alguns episódios da série Masters of Horror (2005); no entanto, é o seu primeiro grande trabalho do gênero terror/thriller e possivelmente o melhor de todos. Curiosamente, por se tratar de um TV-movie e com pouco orçamento, a maioria dos personagens são interpretados por atores que atualmente figuram em outras séries, como Phil, interpretado por David Caruso de CSI e Bill, interpretado por Paul Guilfoyle, também de CSI. Ainda atuam Stephen Gevedon (interpretando Mike), que fez episódios de Lei e Ordem e Withe Collar, assim como o ator Peter Mullan (interpretando Gordon), que trabalhou em The Fixer.

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Os Vingadores

Além de ser fã de cinema, também sou fã de HQ’s, e acho que já vi todas as adaptações dos quadrinhos para o cinema. Ou melhor, não vi não. Ainda não vi Thor, Capitão América, Hulk (com Ed Norton) e nem o do Wolverine. Não vi, não por falta de tempo, ou outra desculpa qualquer. Não vi, pois não me interessaram, os trailers não me conquistaram, e achei que seriam fraquinhos. Mas confesso que Thor eu quero ver; e o Hulk com Ed. Norton também; mas só por que é com ele.

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Mas, voltando aos quadrinhos…Já vi diversos HQ’s, meu pai tem uma coleção bem boa, com clássicos, e outros até meio desconhecidos do público em geral, como Orquídea Negra, entre outros. Li uma boa parte deles, tenho meus favoritos, entre eles, Batman e X-Men. Nunca fui fã do Homem de Aço, ou do Aranha.

Mas hoje, passeando pela internet, achei no site cineminha.com.br, uma matéria sobre o filmes dos Vingadores, com estreia prevista para abril de 2012. Vi os posters (no final do post vocês também poderão ver), e acho que será bem interessante (assim espero), e não um filme bobo de super-heróis.

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Brave

Com estréia prevista para Julho de 2012, o filme “Brave” (Valente) da Pixar, dirigido por Brenda Chapman (primeira mulher a dirigir um filme de animação, o Príncipe do Egito, em 1998; da DreamWorks), já tem trailer oficial.

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Brave, originalmente com o nome de “The Bear and de Bow” (O Urso e o Arco), traz a história de uma princesa escocesa que quer deixar a realeza para trás e se tornar a primeira, e melhor, mulher arqueira do mundo. Este é o primeiro filme da Pixar em que o personagem principal é feminino, e será dublada pela atriz Reese Witherspoon (Legalmente Loira; Monstros VS. Alienígenas na voz de Ginórmica).

Sendo fã de animações, com certa preferência pelas produzidas pelos estúdios Disney e Pixar, acredito que Brave será um sucesso. Outro da Pixar, no caso. Achei o enredo bem interessante, e diferente, por,  aparentemente, fazer vezes da história se passar na época medieval. Tudo sem perder aquele toque genial e inovador que a Pixar sempre coloca em seus filmes.

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