Twin Peaks O Retorno – Minhas impressões sobre a nova temporada

Como todo épico, antes de existir já se transforma em lenda pelo trabalho hercúleo. No primeiro post que fizemos sobre a volta de Twin Peaks, haviam apenas anunciado um mini-retorno da série com uma terceira temporada. De lá pra cá, … Continuar lendo Twin Peaks O Retorno – Minhas impressões sobre a nova temporada

Água Negra

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Água Negra é um daqueles filmes que é lançado, some sem muito alarde, aí volta a ser comentado por questões completamente aleatórias ao próprio filme. Ele foi lançado no Japão (em 2002), dirigido por Hideo Nakata e, posteriormente, foi feito um remake americano (de 2005), dirigido pelo brasileiro Walter Salles. O remake é tão ruim que eu nem deveria comentar, mas vou só para não passar em branco. Alias, o remake só serve para entendermos porque o filme voltou a ser comentado. E este é um dos motivos mais insólitos possíveis: uma lenda urbana que pululou na internet, anda circulando em vários blogs, e você pode ler aqui. Como eu disse, o remake só serviu para isto; para nós percebermos que há tremendas coincidências entre o filme e a história da morte da garota, principalmente sobre nomes e datas. E, por esta curiosidade, eu acabei vendo as duas versões do filme; como não me encantei pela versão americana, nem vou comentar. No entanto, achei a versão japonesa interessante – e geralmente terror japonês não é minha praia – então teve algo de muito cativante nesta película.

A historia é bem simples: uma mãe em uma complicada separação, se muda para um apartamento alugado com sua filha. Enfrentando problemas com os advogados, ela quer manter a guarda da filha e tentar arranjar algum emprego que sustente as duas. Só que coisas estranhas acontecem no prédio que elas vão morar. Sem muitos personagens e cenários, a história basicamente se desenvolve no mesmo ambiente: o antigo e sinistro prédio, assim como o apartamento alugado, que possuí uma gigante mancha negra no teto e que, de alguma forma, tem ligação com os mistérios do prédio e um desaparecimento antigo.

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Haneke e Funny Games

Haneke é um diretor conhecido, conceituado e o grande idealizador da obra Funny Games. Um filme que, embora sua estrutura relativamente simples, apresenta uma das reviravoltas mais sensacionais da história do cinema, aonde um personagem do filme passa a discutir e “dirigir” a película, escolhendo os acontecimentos da história; isto para, entre outras coisas, entrar em uma discussão sobre a existência de algo (objeto) entre o plano real X imaginário, se há diferenças ou se a existência per se já é suficiente para igualar os planos. Mas, não só isto, outro grande detalhe do filme é o fato de que … Continuar lendo Haneke e Funny Games

Drops – Trailer de Faroeste Caboclo

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Pois é, pessoal. Depois de tanto aguardar, finalmente saiu o trailer do filme Faroeste Caboclo!

Para quem não sabe, sim, vai entrar em cartaz uma produção inteira baseada na famosa música composta por Renato Russo, do Legião Urbana. Contando com Isis Valverde no elenco, Fabrício Boliveira, além de Marcos Paulo e Antônio Calloni, e a direção que fica nas mãos de René Sampaio.

Com uma boa referência dos Westerns Americanos, a produção promete. Confira o trailer abaixo:

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Drops: visual do novo Robocop, bizarro

O remake do Robocop, que José Padilha está fazendo, teve o visual do personagem principal divulgado. Mal começaram a gravar no Canadá e as imagens já vazaram pela internet, pelo site Comingsoon.

Ao que parece, Padilha remodelou todo o policial, que ficou com um visual futurista que, ao meu ver, descaracterizou completamente. Parece uma mistura de Thron com Sauron, uma roupa muito apertada e armadura completamente diferente do que estávamos acostumados a ver. Uma pena, porque queria ver este remake, mas já me decepcionei.

Seguem, as fotos:

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Guerra dos Botões

Existem algumas coisas que são boas porque são. Simples assim. Modifica-las ou aumenta-las, de fato, só estragam o conteúdo. E Guerra dos Botões é, talvez, o melhor exemplo do caso.

Neste ano, o famoso livro homônimo do francês Louis Pergaud veio a se tornar domínio público. Para quem não conhece, Guerra dos Botões relata a “guerra” (em parenteses, porque esta, apenas uma brincadeira) de duas gangues de crianças rivais, aonde o maior troféu é retirar os botões dos inimigos, de modo que os mesmos sofram, através dos pais, as broncas da roupa estragada. Ao longo da obra, claro, o intuito de Pergaud era fazer uma paródia e crítica a guerra dos adultos, contextualizada no universo infantil em forma de uma inocente brincadeira. Famoso, como era de se esperar, o fato do livro tornar-se domínio público abriu portas para diferentes artistas utilizarem-no de inspiração.

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Quando a animação busca inspiração em outros filmes

Que a arte imita a vida e que essa é a frase mais manjada de todas, isso todo mundo sabe. Mas uma coisa que eu adoro, é quando os criadores de animações (e filmes infantis) buscam inspiração dentro do próprio mundo cinematográfico, recriando cenas clássicas de outros filmes.

Então, aproveitando o post sobre filmes de ação (este, sem a menor dúvida, se inspirou nele), decidi colocar aqui algumas das cenas mais clássicas do cinema, mas em suas recriações nos filmes de animação.

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