100 imagens que marcaram o cinema

robocop-schenk-padilha

O cinema é a arte de contar uma história através de imagens em movimento. O que seria do cinema sem as imagens, afinal? A grande graça – e trabalho – dos artistas está justamente em se adequar a tela; tanto diretores ao fazer a fotografia, captar os melhores ângulos, as melhores montagens, quanto atores, em parecer convincente o suficiente para a obra ficar esteticamente bonita.

Mas, e se pudéssemos escolher as imagens do cinema que mais nos marcaram? O Próxima Sessão fez isto! Escolhemos as 100 imagens mais marcantes do cinema e postamos aqui, para vocês, na íntegra. Segue:

Continuar lendo “100 imagens que marcaram o cinema”

Alfabeto de Filmes

Entre os vários motivos que tinha para fazer um Facebook pra mim, um deles foi o fato de que, tendo um perfil na rede do Mark Zuckerberg, eu poderia entrar no Pinterest. Adoro o Pinterest, fico horas lá se deixar. E, para quem não conhece, a rede só trabalha com imagens, você entra, monta seus murais, e a partir daí coloca em cada mural a imagem que desejar; sendo que o link da onde ela vem, continua.

Bom, mas o fato é que, no Pinterest, eu acabei descobrindo o trabalho da Wildish & Co., que é um estúdio de design do Reino Unido que tem trabalhos muito legais! Mas eu acabei conhecendo um projeto deles, o ‘Friday Project’, que tem como objetivo toda sexta-feira criar uma coisa diferente, divertida, mas pensando no design também. E, dentro desse projeto está o ‘The Film Alphabets’, ou alfabeto de filmes, que é o que eu trago para vocês! Continuar lendo “Alfabeto de Filmes”

Halloween, de John Carpenter

Este é um caso de filme mal compreendido. Isto porque Halloween é um dos melhores filmes de terror já produzido, mas ninguém percebe.

Frequentemente, ao falarmos de filmes de terror, criamos conscientemente (ou inconscientemente) uma subcategoria destes filmes, enquadrada como “terror adolescente“. Este filmes, por sua vez, como aquelas famosas comédias universitárias a la American Pie, retratam uma realidade dos jovens americanos, com o intuito de agradar um público-alvo de idade parecida ao dos personagens do filme. Justamente por essa ideia, levando em conta a pouca credibilidade do público-alvo, filmes deste subgênero frequentemente discorrem sobre uma série de clichês e situações pouco convincentes, com atores baratos/novatos em obras com uma qualidade duvidosa, seja no roteiro ou na execução. Em suma, o fato de um filme ficar enquadrado como “terror adolescente” é quase como depreciar. Alguns casos até acabam virando clássicos com o passar dos anos, como Sexta-Feira 13, principalmente por vilões marcantes, mas a priori, continuam sendo produções duvidosas.

Continuar lendo “Halloween, de John Carpenter”