Drops: Terminus, de Trevor Cawood

Este é um curta que eu vi faz um tempinho e acabei me recordando agora.

Trata-se de um bizarro thriller/drama de ficção científica, que conta a história de uma série de seres não-humanos com o estranho hábito de seguirem humanos; com o desenvolver do filme, dá pra estabelecer uma relação entre humano-coisa e compreender esta “perseguição” melhor. Os créditos ficam ao pessoal dos efeitos-especiais, que fizeram um belíssimo trabalho, e ao diretor, que executou esta estranha história.

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Halloween, de John Carpenter

Este é um caso de filme mal compreendido. Isto porque Halloween é um dos melhores filmes de terror já produzido, mas ninguém percebe.

Frequentemente, ao falarmos de filmes de terror, criamos conscientemente (ou inconscientemente) uma subcategoria destes filmes, enquadrada como “terror adolescente“. Este filmes, por sua vez, como aquelas famosas comédias universitárias a la American Pie, retratam uma realidade dos jovens americanos, com o intuito de agradar um público-alvo de idade parecida ao dos personagens do filme. Justamente por essa ideia, levando em conta a pouca credibilidade do público-alvo, filmes deste subgênero frequentemente discorrem sobre uma série de clichês e situações pouco convincentes, com atores baratos/novatos em obras com uma qualidade duvidosa, seja no roteiro ou na execução. Em suma, o fato de um filme ficar enquadrado como “terror adolescente” é quase como depreciar. Alguns casos até acabam virando clássicos com o passar dos anos, como Sexta-Feira 13, principalmente por vilões marcantes, mas a priori, continuam sendo produções duvidosas.

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